Introdução

Onde Treinar?

FSAKM: Centro de Treinamento Paranaense Instituto SOBS
Bukan: Jadim das Américas Ecoville
FPKMK: Academia Território Top Team VO2 Sports

Se você conhece mais algum local de treinamento em Curitiba ou Região Metropolitana, por favor comunique. Se for comprovada a "linhagem", será adicionado aqui.

O que é Krav Maga?
É uma técnica de defesa pessoal (arte marcial) caracterizada por uma resposta violenta e rápida contra uma agressão. O objetivo do Krav Maga é ser efetivo: poucos movimentos levarem a neutralização do oponente. Seguem algumas regras:
- Defesa específica para ataque específico.
- Caminho mais curto, máxima velocidade e máximo poder.
- Movimentos naturais do corpo e sua mente.
- Faça o que consegue, mas faça certo. Não há atalhos.

Qual é o legítimo representante do Krav Maga?
Cada professor, instrutor ou aluno acredita estar na melhor escola de Krav Maga e que estaria mais alinhada aos ensinamentos de Imi Lichenfeld. A discussão é eterna e, devido ao sucesso do Krav Maga, todos querem ter o maior número de alunos possível. Essa rivalidade entre as escolas já resultou até mesmo em questionamentos judiciais.

Qual a diferença entre as escolas?
Existe diferença, mais seria impossível citá-las sem parecer ser parcial. Vá assistir uma aula.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Insensatez

Ladrões entram na casa do sujeito, voltam e entram em luta corporal com o proprietário. Polícia é chamada, prende todos. Pela manhã, enquanto o dono da casa continua preso, ladrões são soltos e vão pela terceira vez à casa do sujeito.
Leia a reportagem: Banda B

segunda-feira, 12 de março de 2018

Violência Gratuita

O estudante Kaíque Abreu, de 22 anos, que foi agredido quando voltava do carnaval, teve morte cerebral na tarde desta quarta-feira (14), em Salvador.
[…]
Quando passou na Rua Manoel Barreto, ele foi atacado com um soco no rosto e pontapé por um homem.
[…]
Motivação torpe
[…]
"Ele informou e alegou em sua defesa que estaria no circuito de carnaval,[…] se envolveu em uma discussão, uma briga. Nisso, teria sofrido uma agressão.[…] Uma pessoa que passasse pela frente, ele iria revidar aquela agressão que tinha sofrido no circuito. Essa pessoa, infelizmente, foi o Kaíque", disse o delegado.
[…]
"Ele já baleou uma pessoa e já tem histórico da Maria da Penha com uma ex-companheira também."
[…]

Leia a matéria completa (G1).

A qualquer momento, uma pessoa pode ser vítima de agressão. Por isso, é importante atenção constante.
Mas ressalte-se que um agressor como esse, em outros países, talvez ainda estivesse preso dado o seu histórico. Mas, no Brasil, existe essa ideia de oposição à "política de encarceramento" (nas palavras de alguns militantes).

sexta-feira, 2 de março de 2018

Detento Recuperado?


Alguns sites de notícias divulgaram animadamente que um detento foi aprovado no curso de Cinema da UFPA. O portal G1 noticiou:

Quatro dos 50 detentos custodiados pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) foram classificados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu)[…]. O interno Pedro Henrique Araújo, de 34 anos, foi aprovado em 1º lugar no curso de Cinema e Audiovisual, da UFPA.

Normalmente os veículos de imprensa desse grupo tendem a glorificar o bandido. Mas, dessa vez, temos que ser justos:

O G1 solicitou à Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) informações sobre crime do interno Pedro Henrique Araújo. A Susipe informou que não pode divulgar o crime do detendo porque o caso corre em segredo de justiça.

Leia a matéria completa (G1).

O jornal O Globo, do mesmo grupo, publicou:

A história da aprovação de Araújo viralizou nas redes sociais no sábado. Ao longo do fim de semana, a informação de que ele tinha sido condenado por pedofilia também passou a circular intensamente. O preso abusou de dois meninos, de dez e oito anos, e de uma menina, de nove anos, quando era chefe de um grupo de escoteiros.

Leia a matéria completa (O Globo).

Alguns outros veículos publicaram "Bandido bom é bandido recuperado". Isso é, para dizer o mínimo, uma ignorância completa. Qual é a correlação entre capacidade intelectual e crime? Ainda pode se argumentar que existe a hipótese (descartada por vários estudiosos sérios) do sujeito cometer roubos e furtos por não ter uma perspectiva de futuro e a graduação seria um meio de se obter isso. Mas um estuprador de criança que filmava seus crimes, cursar Cinema, é neutro na melhor das hipóteses. Na pior das hipóteses, é um conhecimento que pode propiciar técnicas para cometer crimes semelhantes. Não só a técnica de filmagem, mas também acesso a vítimas potenciais. Vide o caso Harvey Weinstein.

Atrizes, modelos e funcionárias que passaram pelas produtoras Miramax e The Weinstein Company vêm denunciando casos de assédio sexual, incluindo estupro, atribuídos ao empresário. Os relatos dão conta de um histórico de abusos ocorridos no decorrer das últimas três décadas, e que tinham como alvo mulheres jovens que almejavam uma carreira na indústria cinematográfica.

Leia a matéria completa (BBC).

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Eleições 2018

Possivelmente, um dos grandes temas das eleições de 2018 será a segurança.

[…]
O grande tema, a prioridade de quase todos os brasileiros hoje, chama-se segurança. E é aí que █ se destaca, num país com mais de 60 mil assassinatos por ano e uma elite presa numa bolha que tem outras causas bem menos relevantes como prioridade, ou então que trata marginal como vítima no “país dos coitadinhos”. E o povo cansou disso. […]

Leia a matéria completa (Gazeta do Povo).

Imaginem quantos turistas deixam de vir para o Brasil somente por causa da violência. Imaginem o que um estrangeiro pensa quando vê um esportista famoso relatar isso:


[…]
Segundo Hamilton, membros do time alemão tiveram armas apontadas para a cabeça e foram ameaçados com tiros. “Algumas pessoas da minha equipe foram ameaçadas por armas na noite passada, quando deixavam o autódromo aqui no Brasil. Foram disparados tiros e as armas foram apontadas para a cabeça deles. Isso é decepcionante de saber. Por favor, rezem por esses colegas que estão aqui como profissionais hoje, mesmo abalados”, escreveu o inglês nas redes sociais.
[…]

Leia a matéria completa (Gazeta do Povo).

Mas engana-se quem acha que o crime só impacta no turismo. Talvez empresas já tenham deixado de se instalar aqui tanto por medo de que seus diretores sofressem violência quanto suas instalações fossem roubadas. Com a violência, os custos das empresas sobem. Infelizmente, é difícil fazer uma estimativa de custo comparado com outros países porque envolvem cálculos complexos. Mas as leis básicas de economia dizem que o seguro de cargas é mais caro no Brasil do que em países com menor violência. Por fim, até mesmo os brasileiros que desejem abrir o seu próprio negócio podem desistir ao ver que qualquer loja corre o risco de sofrer um roubo ou um assalto se não contar com serviço privado de segurança.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Responsabilidade

Adolescentes acusados de jogar pedra de viaduto e matar passageiro de carro responderão por homicídio nos EUA

Um juiz negou fiança a cinco adolescentes de Michigan presos […] após lançarem uma pedra de um viaduto numa rodovia, matando o passageiro de um carro que passava no local.

[…]

Os adolescentes estão sendo acusados como adultos. Um deles, Kyle Anger, completa 18 anos na próxima semana.

[…]

A polícia diz que pelo menos 20 pedras foram encontradas na mesma rodovia […]

Leia a matéria completa (G1).

Os jovens provavelmente não queria matar ou mesmo ferir o motorista. Mas mataram. Essa é uma clara diferença de abordagem do problema entre os países. Nos EUA, menores de idade são julgados como adultos. No Brasil, não. Imagino que esse tipo de conduta desincentiva a práticas semelhantes. Outros adolescentes ao verem pessoas da mesma idade presas por homicídio ao cometerem vandalismo vão pensar muito mais antes de cometer infração semelhante.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Janaúba 2/2

wikipedia.org

Opinião de um Psiquiatra sobre o acontecimento em Janaúba:

Baseio-me, nesse estudo, em dados colhidos da mídia. Segundo essa, em 2014 o vigia já fora diagnosticado como tendo um “transtorno delirante”. Talvez por algum ato perigoso, o Ministério Público o encaminhou para uma psicóloga. Ao nosso ver, um órgão tão preparado e tão bem-remunerado como esse deveria saber que o caso requeria, na verdade, uma avaliação, eventual hospitalização médico-psiquiátrica, sobretudo tendo-se em vista eventuais graves intercorrências médico-legais. A psicóloga o teria encaminhado para um psiquiatra, mas o poder público, segundo os dados, mais uma vez, não o encaminhou, talvez até porque, se fosse necessária uma hospitalização psiquiátrica, o Governo , com suas políticas anti-hospitalares, anti-psiquiátricas, anti-empresariais, tratou de “acabar” com os poucos leitos existentes. O Governo, sobretudo na era ▒▒▒ ( mas desde ▓▓▓) tentou “regular” a assistência psiquiátrica no Brasil, mas, paradoxalmente, a partir de uma visão “anti-psiquiátrica” (“não aos médicos psiquiatras”, “não aos hospitais psiquiátricos”).
[…]

O “transtorno delirante” é uma doença complexa, com múltiplos fatores envolvidos. Num paciente já de meia-idade, como o vigia, fatores muito comuns nessa condição psiquiátrica é a presença de depressão ou algum outro transtorno grave do humor, p.ex., doença bipolar. Pacientes depressivos, ou hipomaníacos/maníacos, ou em “estado misto” (que é uma mistura de exaltação instintiva com humor negativo), podem a ter delírios, em alguns casos, delírios que passam desapercebidos a uma pessoa que não tem uma sólida formação médico-psiquiátrica:
  1. o paciente pode mostrar um quadro chamado “reticência patológica”, na qual ele sabe muito bem “esconder” sua atividade delirante, sabe “encapsulá-la”.
  2. pode ter rompantes querelantes (querelância = brigas, “criação de casos”, “pegar no pé”, “criar confusão”, “vou processar”, “me pagam !!”), sobretudo quando há conteúdos mentais persecutórios, como foi o caso do vigia (segundo dados).
  3. pode ter sentimentos reivindicativos, vindicativos, sentir-se magoado por outrem, querer vingança, querer ser “ressarcido”, “justiçado”.
  4. o sentimento de “estar sendo preterido, injustiçado, manipulado, passado para trás, vítima de ti-ti-ti, vítima de comentários maldosos e por-trás-das-costas”, que em psiquiatria chama-se delírio de referência.
  5. sentimentos de irritabilidade aumentada, agressividade aumentada, impulsividade aumentada.
  6. em outros casos, pode desenvolver um delírio chamado de “erotomaníaco”, quando desenvolve delírios passionais de que o estão “cantando”, fazendo “propostas”, “dando bola”, ou então passam a assediar ou perseguir seus pretensos e delirantes objetos de amor. 


Tais indivíduos delirantes não são "esquizofrêncos", ou seja, muitos têm uma capacidade cognitiva suficiente para planejar e protelar seus atos, configurando o que os psiquiatras franceses denominavam "folie raisonnante" ("loucura raciocinada").

[…]

Tal indivíduo, então, com depressão e delirante, é altamente perigoso, pois a depressão o leva a “desistir da vida”, “não ver sentido em nada”, “querer destruir tudo”, “não acreditar em Deus”, ao mesmo tempo em que o delírio lhe fornece o material existencial para efetuar a combustão (“eles não gostam de mim”, “me perseguem”, “foram eles que acabaram comigo” etc.). Um indivíduo nessas condições pode cometer qualquer ato médico-legal grave, pois julga que, naquele momento, está numa “cruzada auto-vindicativa”, está “fazendo justiça”. Nessas condições, são muito comuns os “suicídios/homicídios delirantes”, condição na qual o paciente dirige sua disforia (irritabilidade patológica) tanto para si quanto para outrem, auto e heteroagressividade.

Estas condições delirantes são descritas na psiquiatria, desde Dide-Guiraud, como “psicoses passionais”, e são altamente perigosas, requerendo hospitalização psiquiátrica imediata ou controle ambulatorial (extra-hospitalar) super-estrito (não é preciso nem dizer que, no sistema público brasileiro de saúde, nunca se ouviu falar disso...). As psicoses passionais são tão mais perigosas quanto o paciente “mostra-se normal”, “aparenta-se normal”. Nesses casos muitos irão ver “alguma coisa errada”, mas, por julgarem essa coisa “leve”, encaminham para um psicólogo, achando que é caso “muito leve” para ser mandado para um psiquiatra (geralmente estigmatizado como “médico de loucos”).

As “psicoses passionais” dentro dos transtornos delirantes, infelizmente, não são condições médicas raras, pelo contrário. E, como dito acima, em muitos casos, requerem hospitalização. Como há casos potencialmente graves, irrecuperáveis (felizmente não muito comuns, com diagnóstico e tratamento corretos), em alguns casos, a repetição poder-se-á configurar como definitiva, em respeito à proteção da sociedade, e a evitarem-se tragédias como essa que vimos em Janaúba. Mas, mais uma vez, o Governo interferiu negativamente, anti-psiquiatricamente, abominando e praticamente acabando com os hospitais psiquiátricos judiciais de custódia e tratamento, nomeados pejorativamente de “manicômios judiciários” por todos aqueles anti-médicos que sempre quiseram acabar com eles. A estes últimos deveria ser computada a responsabilidade pelas trágicas mortes das crianças de Janaúba.

Marcelo Caixeta, médico psiquiatra. (marcelofcaixeta@gmail.com)

Talvez o mesmo seja válido para o atirador do Mandalay Bay, Las Vegas.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Teoria da Janela Quebrada

PEQUENOS DELITOS
Princípio da insignificância se aplica a furto de celular, decide Supremo
Por Matheus Teixeira

Caso não esteja caracterizada grave ameaça ou violência, o furto de um telefone celular pode ser enquadrado no princípio da insignificância. O entendimento é da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que reformou decisão do Superior Tribunal de Justiça e concedeu, nesta terça-feira (16\5), Habeas Corpus para trancar ação penal contra um homem que furtou um aparelho de R$ 90.
[…]

Leia a matéria completa (ConJur).


Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, que instituiu a política da tolerância zero. Fonte: Wikipedia.
Isso vai na contramão da Teoria da Janela Quebrada, que - muito resumidamente - diz que áreas onde há a percepção de abandono e impunidade, os crimes tendem a ocorrer mais frequentemente. Dessa maneira, a visão de lixo jogado no chão ou de pichação (crimes de menor potencial ofensivo) indica que há impunidade no local. Há discordância se ela foi realmente a responsável pela diminuição da criminalidade em Nova York, já que os níveis de decrescimento se mantiveram constantes antes e depois do mandato.
Fonte: Wikipedia

Entretanto outros exemplos pelo mundo parecem apontar para a mesma conclusão. Dessa maneira, no Brasil, o Judiciário sinalizou ao bandido que furtar objetos de até R$ 500,00 reais não é crime. Pelo que pesquisei, essa sentença só vale para esse caso. Não é uma súmula, que se estende a casos similares. Mas já podemos ver cada vez mais casos semelhantes sendo tratado da mesma maneira.

Como, em se tratando de assunto para comentar, o Brasil nunca deixa de fornecer amplo material, após já ter encerrado a postagem, mais uma notícia surge.

Após autuar um criminoso por quebra de medida cautelar – o meliante estava inclusive de tornozeleira por ter cometido outros crimes – e verificar um conflito de informações entre o Centro de Operações Penitenciárias (Copen) e a Central da Polícia Militar sobre o local para onde ele deveria ser levado, o policial responsável ligou para o Juiz de Execuções Penais. E a resposta o deixou indignado: o criminoso deveria ser “liberado aí mesmo” porque “o Copen não está aceitando mais (presos com) tornozeleira. (…) Pela tornozeleira não estão recolhendo mais”.

Leia a matéria completa (ILISP).

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Roubos no Rio de Janeiro

Quem lembra da empolgação com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que iam fazer o Rio “bombar”, virar uma espécie de Barcelona tupiniquim? Pois é, parece que foi há uma eternidade. Nós, os céticos e “pessimistas”, bem que tentamos alertar. A comparação mais provável era Atenas mesmo. Haveria muita roubalheira, claro. Gastos desnecessários, elefantes brancos. E existiam outras prioridades, ainda mais num estado com tantos problemas de segurança.

Mas sofremos da maldição de Cassandra. Somos como Laocoonte, que tentava alertar para o engodo daquele enorme cavalo de madeira no portão da cidade. Tudo em vão. As superstições e magias seduzem mais do que a razão. E lá fomos nós, investir uma fortuna para realizar jogos e atrair turistas.

(…)
Segundo Ferrando, como boa parte das vítimas é turista, que passa em média quatro dias na cidade, o roubo acaba subnotificado. O delegado diz que os turistas desconhecem o programa Delegacia Virtual e não querem perder um dia da viagem numa delegacia.
(…)

Leia a matéria completa (Gazeta do Povo).

O governador ▓▓  suspendeu toda ação da polícia nos morros do Rio de Janeiro, abrindo caminho para o regime feudal dos traficantes de drogas que retribuíram a gentileza popularizando a cocaína como . O presidente dos EUA, Barack Hussein Obama, retirou as tropas americanas do Iraque e armou rebeldes sírios da Fraternidade Muçulmana, abrindo caminho para os terroristas do Estado Islâmico que retribuíram a gentileza decapitando um jornalista de New Hampshire que trabalhava na cobertura da guerra civil na Síria.
(…)

Leia a matéria completa (Veja).

Infelizmente, a maneira tradicional de se lidar com a bandidagem ainda é o melhor. Fingir que o problema não existe não funcionou. Também não funcionou tentar procurar uma outra causa para a criminalidade que não seja o próprio criminoso (e a sua impunidade).

Um grande absurdo é tentar comparar sociedades homogêneas (Japão, por exemplo) com sociedades heterogêneas como a brasileira. Para saber quais medidas funcionam ou não, temos que procurar por países com sociedades heterogêneas (sem uma cultura única entre a maioria absoluta dos seus cidadãos). Podemos avaliar países como os EUA. Esse país, inclusive, tem uma característica muito boa para esse fim: cada estado tem a sua lei. Então podemos ver se restrição maior às armas-de-fogo tem impacto positivo ou negativo na criminalidade, por exemplo. Podemos ver se o combate aos pequenos crimes também diminuem os crimes mais graves.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Criminalidade em Alta na Califórnia


"Não só prisioneiros têm sido soltos, como menos gente tem sido presa também. Segundo o Los Angeles Times, as prisões realizadas pela LAPD caíram 25% de 2013 a 2015. Segundo informações da advocacia geral do estado, as prisões caíram de 1,5 milhão em 2006 para 1,1 milhão em 2015, uma queda de 26% em 9 anos. É também a menor taxa de prisão nos últimos 50 anos!

E o resultado disso? A taxa de criminalidade na Califórnia está subindo.(…)"


Leia a matéria completa (Rodrigo Constantino).

terça-feira, 6 de junho de 2017

Furto de Luminária

A quadra da Rua João Negrão entre as ruas Engenheiros Rebouças e Brasílio Itiberê está mais escura: de acordo com moradores da região, a luminária de LED e os cabos de dois postes baixos que iluminavam o local foram furtados durante as madrugadas de domingo e quarta-feira da semana passada. Para isso, os ladrões recorreram a uma técnica considerada inédita no que diz respeito a furtos de materiais da iluminação pública: os postes, feitos em fibra de vidro, foram serrados.

Leia a matéria completa (Gazeta do Povo).

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Desmilitarização

Pelo mundo, as polícias militares costumam se restringir às suas Forças, combatendo crimes militares (mesmo aqueles cometidos por civis, como uma pichação num muro de um quartel, por exemplo). Então, costuma-se dizer que são poucos os países que contam com polícia militar para coibir crimes comuns, como acontece no Brasil. Mas isso não é verdade. Muitos países contam com polícias militares (com algumas ou muitas semelhanças às nossas polícias estaduais). Elas se chamam "gendarmarias".
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gendarmaria
E, às vezes, vemos pessoas usando esse argumento (incorreto) para defender a desmilitarização das polícias estaduais. Isso, inclusive, foi defendido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. Quando se ouve a sigla ONU, imagina-se que seja um painel de especialistas estudando estratégias para melhorar a vida das pessoas. Mas não é infrequente termos a impressão oposta. A ONU é uma das maiores apoiadoras da campanha do desarmamento civil, com os resultados observados no Brasil.

Em um artigo para a Gazeta do Povo, Pedro Filipe C. C. de Andrade escreveu:


"Desmilitarizar a polícia não significa desarmá-la, nem muito menos acabar com ela."


Já no Senso Incomum, vemos que há mais coisas a serem consideradas.



(…)
Mas é preciso ir além do significante “des-mi-li-ta-ri-za-ção”  cuja sonoridade, para muitos, parece trazer à mente a canção Imagine, de John Lennon, e as imagens idílicas de um mundo sem armas, sem violência, sem hierarquias; um mundo de paz, amor e campinas verdejantes  em busca do significado concreto assumido pela referida proposta na nossa presente situação (que, a propósito, não é das melhores).
(…)
Em segundo lugar, e sobretudo, é preciso refletir profundamente sobre quem defende a desmilitarização no país, ou seja, sobre quais são exatamente os seus principais entusiastas.
Basta fazer a pergunta para constatar tratar-se da mesma turminha, tão nossa conhecida, que chama arrastão de “reação dos desfavorecidos contra a elite”. Que defende o psicopata Champinha contra a “loirinha de classe média alta com nome estrangeirado” (sic), sua vítima. Que acusa a polícia de ser racista e genocida. Que é contra o policiamento ostensivo e o encarceramento de marginais. Que pede “menos polícia e mais cultura”, como se uma coisa pudesse substituir a outra. (…) São esses os defensores da desmilitarização.
(…)
Se, por exemplo, os partidos e movimentos de ███ já fazem o que fazem na educação, atuando politicamente por meio dos sindicatos para promover o caos em estados e municípios governados por partidos adversários, imaginem o que fariam em caso de desmilitarização das polícias. Imaginem um cenário de total sindicalização das forças policiais. Imaginem um sindicato de policiais controlado pelo ██████ ou ███. Imaginaram? Pois é.
Por fim, uma palavra aos policiais militares, uma categoria de fato tão vilipendiada e desprezada pelas elites políticas e culturais do nosso país. Se é verdadeira uma pesquisa ora muito divulgada sobre a aprovação majoritária dos PMs à desmilitarização  e eu tenho razões para duvidar que o seja, tendo em vista o viés ideológico de seus autores , resta concluir que os policiais não têm idéia de com quem estão lidando. Iludidos e manipulados, estarão apenas colaborando com o seu pior inimigo, com aqueles que desejam não apenas a desmilitarização, mas a completa desmoralização e extinção das polícias.

Leia a matéria completa (Senso Incomum).




domingo, 21 de maio de 2017

Percepção do Estrangeiro

Exame

O questionário, feito com pessoas de 174 nacionalidades, abordando 43 aspectos da vida em outro país, não é importante apenas para a auto-estima dos pesquisados. Boa parte desses entrevistados é composta por executivos e profissionais de empresas multinacionais e por seus familiares.

(…)
Dois outros pontos negativos destacados no Brasil são a incerteza política e, claro, a criminalidade. Apenas 16% consideraram a estabilidade política um fator positivo, quando na média mundial esse item alcançou 61%. E apenas 20% classificaram sua segurança pessoal como boa, ante uma média de 77% no mundo.

Leia a matéria completa (Exame).

terça-feira, 25 de abril de 2017

Violência em Curitiba

"Se comparada com a capital flu­­minense, que tem uma população menor que São Paulo, o número ainda assusta. Enquanto Curi­­tiba vive com 34 homicídios/100 mil habitantes, no Rio de Janeiro, cidade sempre criticada pelo do­­mínio do tráfico de drogas, o índice é de 34,8, quase igual ao da capital do Paraná. Os cariocas registraram uma população de 6,1 milhões de pessoas no ano passado.
(…)
Abril encerra com 20% mais mortes violentas

Confirmando a tendência de aumento na violência, abril encerrou com um crescimento de 20,6% nas mortes violentas cometidas por arma de fogo, arma branca e por agressão, em relação ao mesmo período de 2009. Os dados são referentes a Curitiba e região metropolitana."

Gazeta do Povo


Você pode ver a postagem sobre o Mapa da Violência aqui.

Leia a reportagem completa (Gazeta do Povo).

domingo, 23 de abril de 2017

"Empoderamento" Feminino

(…)
O feminismo impõe vários vocábulos sem definição sólida, trabalhando apenas com uma nuvem flutuante de pertencimento a um grupo como significado claro. Um destes vocábulos já começou a ser aceito pelo jornalismo: “empoderamento”. Mais uma vez, isto nada tem a ver com “dar poder” a uma mulher ou a quem quer que seja: trata-se de aceitar políticas progressistas (sempre seguindo o modelo “cota” ou “Bolsa”).
(…)
O nosso Direito é positivo. Ou seja, derivado do positivismo. Ou, a grosso modo: é lei o que está escrito na lei. Neste sentido, todo direito, garantia, dever e obrigação deve estar escrito em alguma lei, do contrário estes não são reconhecidos (a teoria do “Direito achado na rua”, defendida por juízes como Joaquim Barbosa, busca burlar exatamente estes casos lacunares, para legislar e julgar eles mesmos com base em “causas sociais” ou abstrações do gênero). Se não está escrito em alguma lei que uma mulher tem o direito de não ser estuprada, este direito inexiste.
(…)

Acredito que a leitura desse tipo de texto é importante para entendermos as causas da violência.

Leia o texto completo (Senso Incomum).

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Educação e Segurança

"Se os governadores não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios"
Darcy Ribeiro

Investir em educação diminui a criminalidade?

Nesse gráfico, é possível ver que a escolaridade cresceu. Ao mesmo tempo, a criminalidade também. Dessa maneira, sempre que alguém disser que criminalidade se combate com educação, questione.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Caos no Espírito Santo 2

Em Vila Velha, uma única loja estava aberta nesta quinta-feira, 9, em um raio de três quarteirões. O estabelecimento é especializado em armas, artigos de defesa pessoal e vestuário para agentes e seguranças.

Leia a matéria (Estado de São Paulo).

Provando que violência REPELE a violência.

sábado, 4 de março de 2017

Caos no Espírito Santo 1

Provavelmente, quando essa postagem for publicada, o problema já tenha sido resolvido. Mas isso é só para lembrar que o indivíduo não deve apostar vida, integridade física e bens materiais seus ou de seus familiares unicamente nos órgãos públicos de segurança.

Deste caos há de se tirar lições valiosas e aprender com os erros cometidos até aqui para, quem sabe, mudar o caminho enquanto é tempo. A primeira lição é de que não existe lei penal se não houver alguém para fazer com que a mesma seja cumprida, e aí está toda a causa do pandemônio capixaba: a Polícia Militar entrou em paralisação. Foi o suficiente para que os ratos saíssem dos esgotos, sabendo que o gato não estará lá para persegui-los.
[…]
Deste caos há de se tirar lições valiosas e aprender com os erros cometidos até aqui para, quem sabe, mudar o caminho enquanto é tempo. A primeira lição é de que não existe lei penal se não houver alguém para fazer com que a mesma seja cumprida, e aí está toda a causa do pandemônio capixaba: a Polícia Militar entrou em paralisação. Foi o suficiente para que os ratos saíssem dos esgotos, sabendo que o gato não estará lá para persegui-los.

Leia a matéria Gazeta do Povo).

quinta-feira, 2 de março de 2017

Cartilhas da PMPR


Cartilhas da PMPR

Mais dicas para  evitar a ação de bandidos em algumas situações do seu dia-a-dia:

Assalto em veículo
  • Estacionar em lugar movimentado e iluminado.
  • Usar sistema de alarme, chave geral e correntes na direção.
  • Evitar armas e documentos no porta luvas.
  • Ao estacionar ou parar em cruzamentos, principalmente a noite, observe pessoas suspeitas nas proximidades.
  • Som, rodas e certos acessórios despertam a atenção de marginais.
  • Evite deixar objetos de valor no interior de seu carro.
  • EM CASO DE ASSALTO, NÃO REAJA.


Na residência
  • Sistema de alarme é sempre eficaz. 
  • Não deixar luz acessa durante o dia. 
  • Um bom cão de guarda. 
  • Atender à porta após identificação prévia. 
  • Manter a porta da garagem sempre fechada. 
  • Aguardar o fechamento de portões de comando eletrônico.
  • Não aceitar a entrada de técnicos não solicitados.
  • Ao sair ou retornar da residência, observe as proximidades e se constatar a presença de estranhos, não entre.
  • À noite, deixe pelo menos uma lâmpada acessa na área de maior risco da residência (utilizar fotocélulas).
  • Manter escadas e ferramentas em lugar seguro.
  • Na perda das chaves, troque os segredos das fechaduras.
  • Ao viajar, avise parentes ou vizinhos de confiança, para que esporadicamente verifiquem a residência e façam a coleta de correspondências.
  • Oriente familiares e empregados para que não comentem com estranhos sobre os bens que a família possui tanto como seus hábitos.
  • Não dê informações por telefone para pessoas desconhecidas.

No dia do pagamento
  • Lembre-se: um alvo fácil é sempre mais procurado.
  • Não comente sobre seu salário com pessoas de pouco convívio.
  • Evite a conversa com pessoas estranhas dentro ou fora do banco.
  • Nos dias de pagamento, adote medidas de segurança mais severas.
  • Observe se alguém está seguindo-o.
  • Se precisar transportar muito dinheiro, não ande sozinho, peça a companhia de parentes, amigos ou seguranças.

No ônibus
  • Ao pagar, procure levar o dinheiro trocado ou utilizar o vale transporte.
  • Cuidado com objetos alvo dos punguistas como bolsas, carteiras, correntes, pulseiras, entre outros.
  • Evite ficar junto à porta de embarque e de desembarque, pois é o local propício para a prática de punguistas.
  • Mantenha a bolsa ou capanga na frente do corpo.
  • Não carregue muito dinheiro, nem deixe a carteira no bolso de trás.

Em deslocamentos
  • Ao notar que está sendo seguido, procure mudar várias vezes o lado da calçada. 
  • Não carregue objetos de valor, grandes quantias de dinheiro ou cartões de crédito, se não houver necessidade.
  • Evite lugares sem iluminação e com pouco movimento.

Em caixas eletrônicos
  • Não revele sua senha para terceiros.
  • Em caso de dificuldade, comunique-se com funcionários do banco.
  • Observe atentamente as pessoas em atitudes suspeitas próximas ao local.
  • Evite horários e locais de maior risco.
  • Evite realizar saque de grandes quantias.

Seqüestro relâmpago
  • Não reaja em nenhuma circunstância.
  • Procure obedecer todas as exigências do bandido.
  • Tente observar as características físicas, cicatrizes e marcas.
  • Peça auxílio à Polícia assim que for libertado.

Nas escolas
  • Trate o seu filho como amigo, demonstrando seu afeto e preocupação pelo seu desenvolvimento.
  • Conheça os amigos de seu filho.
  • Ensine as crianças a pedir auxilio à polícia (pessoalmente ou por telefone) ou às pessoas conhecidas, quando perceber estranhos em atitudes suspeitas ou que estejam molestando.
  • Não aceitar balas, doces, presentes, ou brinquedos de pessoas desconhecidas.
  • Oriente seus filhos para não desviarem do trajeto casa-escola-casa, sem prévio acordo.
  • Evitar transitar utilizando jóias, tênis ou roupas caras.
  • Oriente seus filhos para que se afastem de situações perigosas, tais como: armas, acidentes, aglomerações, discussões, etc.


As dicas que aqui apresentamos e as medidas apresentadas nas Cartilhas de Segurança, reduzem bastante a probabilidade de que aconteçam crimes. No entanto, é importante lembrar que elas não devem ser únicas, mas devem compor uma cultura de prevenção. A partir do momento em que toda a comunidade participa na solução dos problemas de segurança, as ações da polícia passam a ser complementares e não exclusivas para ter a paz e a tranquilidade que todos queremos.


Polícia Militar do Paraná
"A sua proteção é o nosso compromisso"