Introdução

Onde Treinar?

FSAKM: Centro de Treinamento Paranaense Instituto SOBS
Bukan: Jadim das Américas Ecoville
FPKMK: Academia Território Top Team VO2 Sports

Se você conhece mais algum local de treinamento em Curitiba ou Região Metropolitana, por favor comunique. Se for comprovada a "linhagem", será adicionado aqui.

O que é Krav Maga?
É uma técnica de defesa pessoal (arte marcial) caracterizada por uma resposta violenta e rápida contra uma agressão. O objetivo do Krav Maga é ser efetivo: poucos movimentos levarem a neutralização do oponente. Seguem algumas regras:
- Defesa específica para ataque específico.
- Caminho mais curto, máxima velocidade e máximo poder.
- Movimentos naturais do corpo e sua mente.
- Faça o que consegue, mas faça certo. Não há atalhos.

Qual é o legítimo representante do Krav Maga?
Cada professor, instrutor ou aluno acredita estar na melhor escola de Krav Maga e que estaria mais alinhada aos ensinamentos de Imi Lichenfeld. A discussão é eterna e, devido ao sucesso do Krav Maga, todos querem ter o maior número de alunos possível. Essa rivalidade entre as escolas já resultou até mesmo em questionamentos judiciais.

Qual a diferença entre as escolas?
Existe diferença, mais seria impossível citá-las sem parecer ser parcial. Vá assistir uma aula.

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Desarmamento na Inglaterra

Armas de fogo? Em Londres, o problema são as facas

O número de casos de violência com faca cresceu 47% em um ano na capital inglesa

[…]
Por menores que soem os dados de homicídios, eles revelam uma alta de 8% em relação ao ano anterior — aumento proporcional maior do que o de 4,7% registrado no Brasil.
[…]
Armas brancas
[…]
A polícia inglesa registrou 36.998 infrações usando facas no último ano do levantamento. Isso revela um aumento de 26% nos casos de violência com armas brancas, sendo 241 assassinatos, 438 estupros e mais de 14 mil assaltos.
[…]
Por isso, em agosto o Parlamento britânico decidiu formar um grupo de estudos sobre medidas para limitar a violência com armas brancas.
[…]

Leia a matéria completa (Gazeta do Povo).

Uma boa ideia seria revogar a lei inglesa do desarmamento, além de segurança jurídica para o sujeito que age em legítima defesa.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Desarmamento 4/4

Na época do referendo sobre a venda de armas-de-fogo, a campanha contrária à proibição publicou as seguinte sugestão de cartaz:


Também disponível na versão residencial.
O objetivo era muito claro: pessoas ou instituições que são contra as armas-de-fogo para civis dependem da posse de armas-de-fogo por civis (ou, pelo menos, a incerteza sobre isso) para inibir os crimes contra si mesmas. Na época, boa parte da imprensa (que era contrária ao direito do cidadão utilizar armas) disse que isso era uma provocação deselegante. Mas nunca explicaram a falha de argumentação. Então, continua a sugestão: quem não quer que civis usem armas que não tenha e orgulhosamente declare isso a todos.

domingo, 2 de julho de 2017

Desarmamento 2/4

Capa da revista Veja, em 2005.
Eu não pratico artes marciais / Eu sou contra as armas porque…

…destina-se à violência, à morte.

Qualquer ferramenta de defesa (seja a posse de armas, seja o conhecimento) dissuadem o criminoso da modalidade mais violenta da sua atividade. Um ladrão que rende uma família em sua casa das vítimas, sabendo do elevado risco de haver uma reação, provavelmente mudará a abordagem, tentando furtar a residência quando ninguém estiver em casa. Ou seja, diminui a violência. Além de uma possível explicação teórica, parece haver uma correlação negativa entre homicídio e presença de armas de fogo. De forma mais clara, quanto mais armas, menos homicídios. Estendendo, é possível imaginar que se mais pessoas souberem artes marciais, menos assaltos e agressões ocorrerão.

…segurança é função da polícia, não do cidadão.

Em cidades de países ricos, com boa disponibilidade da polícia, entre a ligação telefônica para o serviço de emergência e a chegada do policial ao local, a média de tempo é de 5 minutos.
Considerações:
  • DISPONIBILIDADE: Três vezes precisei ligar para a polícia (por problemas de "menor potencial ofensivo"): numa eu fiquei esperando 50 minutos ao telefone para denunciar que um sujeito estava fazendo racha e, noutra, quando queria denunciar jovens que faziam algazarra na rua, recebi a resposta que todas as viaturas estavam empregadas em situações mais importantes e eu mesmo teria que conversar com os delinquentes para resolver o problema.
  • LIGAÇÃO TELEFÔNICA: Esse tempo foi contabilizado a partir da ligação. Se você não souber onde está o seu telefone ou se você só percebeu a presença do bandido após ele estar na sua sala, isso significa que o bandido tem um "tempo adicional" para agir.
  • MÉDIA: Se alguns sortudos terão uma viatura na porta da sua casa em um minuto, isso significa que alguns só receberão a visita dos policiais após 9 minutos.
Considerando isso, imagine que a polícia chegará ao local em 2 minutos (para extremo azar do bandido). Nesse tempo é possível esfaquear uma família inteira de pessoas que pensam como ovelha, roubar algo e fugir. Duvida? Simule e cronometre.

…o cidadão comum não tem treinamento.

No caso de um praticante de artes marciais, isso é obviamente errado. Ainda mais se o treinamento for para atuar em uma situação real, como eu tenho destacado nesse blog. Mas a grande surpresa para alguns é que nem os bandidos nem os policiais treinam. Parece absurdo, principalmente para aqueles que dizem "a ferramenta de trabalho do bandido é a arma, então ele sabe como usar". Logicamente, um bandido armado não deve ser desprezado. A arma nas mãos de um bandido, mesmo que despreparado, é um perigo. A arma nas mãos de uma pessoa honesta e treinada é uma segurança.
E os policiais? Infelizmente, as polícias em geral não tem treinamento continuado. A maioria dos policiais só é obrigado a fazer curso de tiro e defesa pessoal durante o período de instrução. Só para se ter uma comparação, publicações especializadas recomendam treinos de 20 minutos diários só de saque da arma.

…todos sabem que não se deve reagir.

A cultura desarmamentista embutiu nas pessoas que o culpado por um desfecho ruim em uma situação violenta é do sujeito honesto se ele reagir. Dessa maneira, como afirma Benedito Gomes Barbosa Jr., na cabeça do bandido, o culpado pela morte é a vítima, como se ela cometesse um "suicídio culposo". O criminoso teria somente se comportado da maneira natural e esperada para o caso.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Desarmamento 1/4

Por que é tão importante que o praticante de Krav Maga seja contra o desarmamento civil?

Pela definição de cultura da Wikipedia:

(…) a definição genérica formulada por Edward B. Tylor segundo a qual cultura é "todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade".

Podemos entender como aquilo que uma pessoa pensa sem conseguir identificar a origem dessa ideia. Por que um curitibano acha estranho quando o vizinho "puxa conversa" enquanto um carioca acharia uma ofensa pessoal se o vizinho não conversar com ele? Pode até existir uma explicação, mas um curitibano comum não consegue identificar de onde veio esse hábito. Além dos hábitos, as próprias opiniões muitas vezes vem das práticas cotidianas das pessoas com quem se relaciona.

Dessa maneira, na minha opinião, a mesma pessoa que é contra o direito de possuir armas também é contra a prática de artes marciais para defesa pessoal. Em geral, o que se ouve é "Eu não gosto de Krav Maga porque não sou uma pessoa violenta".

Então, na minha opinião, para difundir o Krav Maga, a cultura desarmamentista tem que ser combatida. Em geral, quem é contra o direito de reação em legítima defesa:
  1. transfere a responsabilidade pelo crime do bandido para a sociedade ou até mesmo para a vítima;
  2. culpa a vítima (ou outro cidadão) por qualquer desfecho desfavorável;
  3. diminui a gravidade do dano causado pelo bandido;
  4. aumenta a gravidade do dano causado pela vítima ou por outro cidadão honesto;
  5. confia na capacidade de resolver conflitos sem o uso da violência.
Como exemplo real, me foi relatado que um casal dormia em seu quarto. A mulher acordou por volta de 6 horas da manhã para ir ao banheiro. Ela ouviu um ruído, acordou o marido e disse que achava que a casa tinha sido invadida. O marido automaticamente se levantou e pegou sua arma para revistar a casa. A mulher disse que ele estava exagerando. Após revista, nada de anormal foi encontrado. Mas e se fosse um bandido? Novamente, não quero ser preconceituoso, porém muitas vezes as mulheres tem essa característica apaziguadora. Entretanto, essa conduta é insegura em muitas situações. Nem mesmo essa senhora - após uma breve reflexão - acreditaria que o marido agiu errado. Entretanto a cultura tem a capacidade de gerar uma resposta pronta sem necessidade de raciocínio.

Essa cultura gera frutos no meio político:

O desarmamentista [deputado]  ([partido] ) conta com dez homens armados como seguranças. É o que informa o próprio deputado estadual carioca em matéria d’O Globo e em seu perfil oficial no Twitter.

De acordo com , o deputado possui cinco agentes penitenciários, três policiais militares e dois policiais civis como seguranças em seu gabinete, todos "aptos a manusear armas de fogo" e financiados pelos pagadores de impostos do Estado do Rio de Janeiro.

Para o restante da sociedade civil, entretanto,  defende o desarmamento. De acordo com posts em seu Twitter, "mais armas não significam mais segurança", "uma sociedade mais armada não é mais segura" e  é "radicalmente contra o armamento da Guarda Municipal porque o Rio de Janeiro não precisa de mais armas nas ruas".

Veja a matéria (ILISP).

Ainda no mesmo veículo, sobre outro político:

A parceria realizada pela prefeitura de [cidade]  com a ONG "Sou da Paz" para desarmar os paulistanos não agradou os eleitores e apoiadores de [prefeito] ░░░. Em todas as postagem do prefeito  há pessoas questionando a posição da prefeitura em relação ao desarmamento.

Veja a matéria (ILISP).

Aparentemente sobre o mesmo político Nando Moura publicou uma charge.



Continua na próxima publicação.

domingo, 4 de junho de 2017

Zero Hora

Infelizmente a matéria é exclusiva para os assinantes. Pode ser vista aqui (Zero Hora).


Zero Hora
Porém, foi dito que o colunista Paulo Germano do jornal Zero Hora tem publicado frequentemente matérias contra o direito de posse de armas-de-fogo. Pelos títulos, vê-se que sim:
Como eu escrevi, não tenho como acessar o corpo do texto. Provavelmente a argumentação é que armas são instrumentos para causar morte, então (ainda que bem utilizadas) elas não servem para promover a vida. Existem inúmeros exemplos de que isso é falso. Bastaria ao colunista lembrar das aulas de História e entender o que foi a Guerra Fria. Foi a aplicação da "Teoria dos Jogos" ou "Dilema do Prisioneiro". Ninguém atacava por temer a resposta armada do outro lado.

Além disso, alguém imagina a situação antes da invenção das armas? Eu imagino como na cena "Dawn of Man" do filme "2001" de Stanley Kubrick; não me parece que a relação entre os nossos antepassados fosse mais pacífica que andar pelas ruas da Suíça ou do Texas hoje em dia.

As pessoas que combatem o direito de posse de armas-de-fogo são, muitas vezes, os mesmos que dizem "não quero praticar Krav Maga porque sou da paz".

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Desmilitarização

Pelo mundo, as polícias militares costumam se restringir às suas Forças, combatendo crimes militares (mesmo aqueles cometidos por civis, como uma pichação num muro de um quartel, por exemplo). Então, costuma-se dizer que são poucos os países que contam com polícia militar para coibir crimes comuns, como acontece no Brasil. Mas isso não é verdade. Muitos países contam com polícias militares (com algumas ou muitas semelhanças às nossas polícias estaduais). Elas se chamam "gendarmarias".
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gendarmaria
E, às vezes, vemos pessoas usando esse argumento (incorreto) para defender a desmilitarização das polícias estaduais. Isso, inclusive, foi defendido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. Quando se ouve a sigla ONU, imagina-se que seja um painel de especialistas estudando estratégias para melhorar a vida das pessoas. Mas não é infrequente termos a impressão oposta. A ONU é uma das maiores apoiadoras da campanha do desarmamento civil, com os resultados observados no Brasil.

Em um artigo para a Gazeta do Povo, Pedro Filipe C. C. de Andrade escreveu:


"Desmilitarizar a polícia não significa desarmá-la, nem muito menos acabar com ela."


Já no Senso Incomum, vemos que há mais coisas a serem consideradas.



(…)
Mas é preciso ir além do significante “des-mi-li-ta-ri-za-ção”  cuja sonoridade, para muitos, parece trazer à mente a canção Imagine, de John Lennon, e as imagens idílicas de um mundo sem armas, sem violência, sem hierarquias; um mundo de paz, amor e campinas verdejantes  em busca do significado concreto assumido pela referida proposta na nossa presente situação (que, a propósito, não é das melhores).
(…)
Em segundo lugar, e sobretudo, é preciso refletir profundamente sobre quem defende a desmilitarização no país, ou seja, sobre quais são exatamente os seus principais entusiastas.
Basta fazer a pergunta para constatar tratar-se da mesma turminha, tão nossa conhecida, que chama arrastão de “reação dos desfavorecidos contra a elite”. Que defende o psicopata Champinha contra a “loirinha de classe média alta com nome estrangeirado” (sic), sua vítima. Que acusa a polícia de ser racista e genocida. Que é contra o policiamento ostensivo e o encarceramento de marginais. Que pede “menos polícia e mais cultura”, como se uma coisa pudesse substituir a outra. (…) São esses os defensores da desmilitarização.
(…)
Se, por exemplo, os partidos e movimentos de ███ já fazem o que fazem na educação, atuando politicamente por meio dos sindicatos para promover o caos em estados e municípios governados por partidos adversários, imaginem o que fariam em caso de desmilitarização das polícias. Imaginem um cenário de total sindicalização das forças policiais. Imaginem um sindicato de policiais controlado pelo ██████ ou ███. Imaginaram? Pois é.
Por fim, uma palavra aos policiais militares, uma categoria de fato tão vilipendiada e desprezada pelas elites políticas e culturais do nosso país. Se é verdadeira uma pesquisa ora muito divulgada sobre a aprovação majoritária dos PMs à desmilitarização  e eu tenho razões para duvidar que o seja, tendo em vista o viés ideológico de seus autores , resta concluir que os policiais não têm idéia de com quem estão lidando. Iludidos e manipulados, estarão apenas colaborando com o seu pior inimigo, com aqueles que desejam não apenas a desmilitarização, mas a completa desmoralização e extinção das polícias.

Leia a matéria completa (Senso Incomum).




sábado, 8 de abril de 2017

Desarmamento


Atualmente, apenas pessoas maiores de 25 anos podem comprar armas no país, e o porte – direito a poder transitar com a arma – só é permitido a civis em casos excepcionais, com comprovação de necessidade. Quem pretende comprar uma arma, não pode ter nenhum antecedente criminal, nem estar sendo investigado por crimes. Um civil pode ter até seis armas, mas, a cada compra, precisa justificar o motivo. E o registro da arma precisa ser renovado a cada três anos.
O Projeto de Lei 3722/2012, proposta de revogação do Estatuto do Desarmamento, reduz a idade para a compra de armas para 21 anos, e libera o porte de arma para quem tiver emprego e residência fixa, apresentar certidão de antecedentes criminais, atestado psicológico, comprovar ter capacidade técnica, atestada por instrutor de tiro. Na nova proposta, pessoas com antecedentes criminais por crimes culposos ou investigadas por alguns crimes poderão comprar armas – apenas os investigados por crimes dolosos contra a vida não poderão.
Bene Barbosa, presidente o Movimento Viva Brasil, defende que o estatuto seja revogado para que a legislação possa se adequar ao que a população decidiu em 2005. “Acreditavam que o ‘sim’ venceria largamente, mas não foi o que aconteceu. Mesmo assim, a atual legislação foi feita para que as pessoas não consigam comprar armas”, critica.

Leia a matéria (Gazeta do Povo).

domingo, 11 de dezembro de 2016

Posse de Armas Reduz Criminalidade

Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura.  E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos.  Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis.  Sem o segundo não há o primeiro.
Continue lendo (EpochTimes).

Machado e Polícia

Pelo que eu entendi, é a resposta da polícia a um político que questionou o uso de armas letais em um caso de agressão com machado. Obviamente, contra agressão injusta, só uma ação justa, com muita violência, pode resolver. E não é só a proteção própria. Não neutralizar (seja prendendo, seja matando) o terrorista expõe os inocentes à violência.

Desarmamento Não Funciona

Mesmo com a ampla campanha da imprensa contra as armas toda vez que um atentado terrorista acontece – como se as armas disparassem sozinhas e criminosos dispostos a matar pessoas respeitassem uma leis que proíbem ou limitam o acesso às armas – um presidente europeu acordou para a realidade.

Continue lendo (ILISP).